Super Crônicas – As melhores!

outubro 8, 2008

A professora insistiu e a galera escreveu! E ficaram ótimas! Por isso, valorize o seu texto e o texto do colega, e escolha: qual você mais gostou?

Roubo no mercado

Kellyn

             -Sua mãe deu dinheiro?

            -Não, e a sua?

            -Também não… mas o que você acha de irmos ao mercado só pra ver o preço do suco?

            -Uau… que caro! Eu não tenho a metade desse valor em dinheiro.

            -Nem eu… ei, que tal nós colocarmos alguns destes pacotinhos de suco no bolso?

            -É pode ser… mas cuida quando nós chegarmos na minha casa, pois a minha mãe está lá, e não quero arranjar problemas com ela, entendeu?

            -Sim, mas agora vamos sair logo deste lugar.

            No caminho para casa, as garotas não pensaram no erro que haviam cometido, e voltaram felizes para casa.

            -Ei, esconde rápido, sua mãe está vindo.

            -Filha, onde você esteve esse tempo todo?

            -Ah… eu estava no… no… no mercado, mãe!

            -Fazendo o quê, posso saber? Porque dinheiro eu não te dei pra comprar suco.

            -É! Mas a mãe da minha amiga deu e inclusive já compramos.

            -Como assim, se eu estive lá e ela falou que também não deu dinheiro?

            -Tá! Eu confesso, mãe: eu robei!

            Sem suco, sem piquenique! Criança não sabe mesmo mentir!

 

 

O ônibus

Lincoln

             Certo dia lá estava eu, para ir jogar playstation na Palhoça, na casa de um primo, que já estava à minha espera. Entrei no ônibus e fui.

            Vi que tinha algo de errado naquele ônibus…

            -Motorista, por favor, para onde vai este ônibus?-Falei.

            -Este ônibus vai para o centro de Florianópolis, meu jovem-Ele respondeu.

            Vi que o ônibus estava errado, então pensei: “já que estou aqui vou para a casa de um amigo! Não! Não tenho amigos no centro! Fazer compras? Não tenho dinheiro! Preciso ir à Palhoça.

            Gritei desesperado ao motorista:

            -Pare o ônibus, preciso ir para a Palhoça.

            Então desci, ufa! Agora tenho novo destino: minha casa.

            Esquece o centro, esquece o playstation na Palhoça, vou assistir televisão!

 

Brincando com o cachorro

Adrian

             -Thomas, Filipi, Roger – chamávamos eu e meu irmão ao meu cachorro.

            O nome de meu cachorro era (e na verdade, é) Bilu. Estávamos vendo se ele atendia por outro nome que não fosse o seu próprio.

            -Thomas Edson – voltávamos a chamar – Albert Einsten, Roger.

            Até que meu irmão num momento, sem nenhuma malícia, chamou:

            -Gay.

            O meu cachorro olhou para meu irmão. Meu irmão começou a rir. Eu falei “esse cachorro entende inglês”, pois gay em inglês significa “alegre”. Continuamos a chamá-lo de todo nome que vinha à cabeça:

            -Toby, Frederic, Thomas, Mike.

            Até chegar a um ponto em que meu irmão chamou outro nome:

            -Dog.

            Meu cachorro olhou, sem dúvida, concluímos que ele realmente entendia inglês.

            Então meu pai também começou a entrar na brincadeira:

            -Maxwel, Tom – meu pai chamava.

            A esse ponto nem pelo próprio nome meu cachorro atendia mais. Então eu e meu irmão voltamos aos nossos afazeres. De repente, meu cachorro começou a latir embaixo da janela do meu quarto. Eu pensei “agora ele é que está vendo se eu atendo por um nome diferente”. Triste engano. Ele só olhou para meu irmão quando este o chamou de “Gay” por pura coincidência. Ele atendeu pelo nome de “Dog” porque, antigamente dávamos para ele, uma ração que continha no nome a palavra Dog.

            Só então fui me lembrar que a última vez que recebeu ração, tinha sido há dois dias.

 

 

Atraso da fome

Ester S R

             -Traz mais um!!

            -Espera um minuto? – pergunta o garçom.

            Mas demora quase meia hora. E começa a me irritar, não agüentava mais. Tinha que ir trabalhar e ainda não tinham me servido. Quando estava quase indo embora o garçom me vem com o pedido que eu tinha feito há meia hora atrás e ainda era o errado.

            -Muito obrigada. – eu agradeci.

            Eu olhei para o prato e vi que era o que eu mais odiava: camarão com ostras. Tentei comer, para não fazer desfeita.

            No final, acabei gostando do prato. Mas recebi uma bronca do meu chefe por ter perdido a hora.

 

 

Trinta minutos perdidos

Guilherme Felipe

             -Gui, podes me ajudar?

            Então respondi:

            -Claro tio, em que posso lhe ajudar?

            Ele responde:

            -Encher a carretinha de areia.

            Então lá fomos nós, chegamos lá enchemos a carretinha de areia. Indo embora meu tio disse:

            -Abre o portão, Gui.

            Fui abrir o portão. Ele entrou, fechei o portão. Meu tio subindo o morro com o fusca, de repente ele parou. Tentamos faze-lo pegar, mas não pegou, olhamos o ponteiro da gasolina, estava marcando vazio. Meu tio disse:

            -Gui, podes comprar gasolina?

            Respondi:

            -Sim.

            Então lá fui, levei 15 minutos pra ida e 15 minutos pra volta. Cheguei até onde estava, colocamos a gasolina. O ponteiro foi um pouco pra cima. Tentamos ligar o carro. Não ligou. Não era a gasolina. Era a bateria. Sentamos à beira da estrada e começamos a jogar conversa fora.

 

 

Fila do banco

Gustavo

             Não tem nada melhor do que esperar. Ainda mais, quando se espera em uma fila de banco por duas horas.

            Eu, como um ótimo filho que sou, acompanho minha mãe nas filas de bancos para pagar as contas. Muitos bancos. Muitas vezes. Muitas horas esperando.

            Um dia desses, minha mãe mandou eu ficar na fila do banco, enquanto ela ia trocar uma peça de roupa numa loja. O tempo foi passando e nada de ela chegar.

            Estava chegando a minha vez e nada! Faltava apenas uma pessoa para a minha vez quando do nada, o segurança do banco me chama. Ele falou que eu estava furando fila! Tive que ir até o final da fila, que estava enorme!

            Minha mãe chega e pergunta:

            -O que você esta fazendo aqui ainda?

 

 

Surpresa!

Jennyfer

             -Rápido! Todos em suas posições pois quando a aniversariante chegar, vamos gritar: “surpresa!”.

            Minutos mais tarde, o pessoal cansou de esperar e se sentou. Papo vai… papo vem… Até que escutamos o barulho do portão: “nhecccc…”

            -Preparem-se e… surpresa!

            Quando olhamos para quem apareceu à porta, uma grande decepção: era o meu tio!

            A algazarra causada pelo equívoco foi tão grande que não ouvimos o barulho do portão, e da porta abrindo…

            -O que houve, pessoal? – era a aniversariante!

            Dessa vez, não houve surpresa, só risos!

Momento Distração

Natália

            Só mais duas pessoas na fila, pensava eu, enquanto esperava até chegar ao caixa do supermercado. Não sabia o porquê de tanta demora, se só levávamos uma água. Achei perda de tempo, mas esperei. Por volta de uns dois minutos depois, só tinha uma pessoa na fila.

            Olhei umas revistas, as folheei, mas nada a respeito de política e malandragem parece me interessar. A pessoa à nossa frente estava acabando, colocava as coisas na sacola rápido, de certo não queria pagar o estacionamento, que, passados cinco minutos, paga-se uma taxa.

            “Nossa vez!” exclamei. Logo compramos a água e saímos rápido, pois estava escurecendo. Com sede fui pegar a garrafa, que por sinal não estava ali. “Não acredito que deixei minha garrafa no caixa!” – minha mãe falou brava. Enquanto isso, voltei ao supermercado, enquanto o moço do caixa pegava a garrafa.

            -Ops! Minha mãe esqueceu a garrafa! – falei, com vergonha do ato cometido.

            Mal deixei o moço responder, e já fui embora com a garrafa na mão, olhei a garrafa. Quando ia tomar a água, só ouço minha mãe falando.

            -A água está vencida! – falou indignada.

            Depois de tudo que ocorreu, não iria voltar ao supermercado, então tomei mesmo assim.

            -Está vencida, mas estou com sede! – falei enquanto virava a garrafa.

 

O dia do desencontro

Ana Carolina

            Quinta-Feira, dia do encontro. Tudo certo com os meninos, a expectativa era grande! A minha esperança em encontrá-lo era enorme, não sabia o que eu iria falar quando ele chegasse. Será que ele iria me achar feia? Gorda? Chata? Não sei! Comecei a ficar nervosa, minha amiga ficou falando que ele estava chegando e eu estava quase tendo um ataque cardíaco!

            Eu e a minha amiga ficamos vendo vitrines e os esperando, eu não sabia como ele era, só queria conhecê-lo, sei lá! A hora chegou 16:00 horas, o menino chegou sozinho. Seu amigo? Não pode vir. O bom é que a mãe da minha estava lá, pra eu não ficar lá, atrapalhando os dois.

            Pensando bem… quinta-feira: dia do desencontro.

 

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: